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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Show gospel

Hoje quero fazer um comentário sobre os chamados show evangélicos. A cada dia vejo um maior público nesses eventos de cantadores evangélicos, até mesmo a Som Livre já percebeu que a música gospel é um mercado em expansão, cada vez mais esses shows se tornam megas eventos, cheios de luz, som e efeitos especiais. Quase nehuma diferença dos shows 'mundanos', o pior que não é apenas a estrutura física, mas o espirito é o mesmo nas duas festas, a glória, o poder e a fama, estão presentes nos dois eventos, além disso, muito dinheiro. O problema é que a festa 'mudana' é para satisfação pessoal e a 'evangelica' para louvor a Deus, no entanto, como já disse regado a muito dinheiro.
É uma pena o que vemos hoje, ainda existe cantores evangélicos honestos, mas muitos só cantam por dinheiro, louvar a Deus se tornou comércio.

Rogerio Oliveira.

domingo, 7 de agosto de 2011

A discussão sobre bullying é tema bastante recorente principalmente em instituições educacionais principalmente após o que aconteceu em Realengo no Rio de Janeiro, o assassino teria sofrido bullying na infância e esse seria um dos aparentes motivos para sair atirando em crianças indefesas (coisa de louco!).
Se o bullying ocorre tão freqüentemente nas escolas e trabalho, é possível que ocorra no ambiente das instituições religiosas? Infelizmente a resposta é sim. Eu mesmo posso dizer que de alguma forma sofri bullying, por não cantar bem na igreja, eu até gostava de cantar, aos sete anos eu cantava em apresentações na igreja, mas o tempo foi passando e eu mesmo confesso que minha voz não conseguia entrar no tom da música e preferia não cantar, era conhecido por todos como desafinado, até mesmo por aqueles que nunca me ouviram cantar, e isso me desejava mais tímido ainda para que eu pudesse treinar minha voz.
Outra maneira de bullying dentro da igreja ocorre também no momento de louvor, eu e minha mãe também fomos vitimas disso (exponho isso com naturalidade, pois não guardo nenhuma magoa de meus amigos, pois sei muito bem que se não canto muito bem tenho outra qualidades mais apreciáveis), ocorria todas às vezes no momento de louvor enquanto todos batiam palmas em sincronia, eu e minha mãe nunca entravamos no ritmo das palmas e com tantos olhares de desaprovação o jeito era para de bater palmas, por isso apesar de gostar das músicas, o momento de louvor nunca foi o meu forte, preferia o momento da mensagem, hoje prefiro o momento após o culto onde é possível conversar com meus irmãos.
Buling é um assunto que deveria se discutir também dentro das comunidades cristãs, pois o convívio traz relações tanto harmoniosas como desarmoniosas, e ás vezes nos podemos está machucando um irmão apenas com uma brincadeirinha de mau gosto.

Rogério Oliveira.

sábado, 23 de julho de 2011

Macumbaria evangélica


A macumbaria nas igrejas tidas por evangélicas (principalmente neopentecostais), está mais presente do que imaginamos, a única diferença é a galinha preta (que não se apresenta no ritual evangélico) os outros elementos estão lá de alguma maneira. O macumbeiro, no caso o evangélico é normalmente a figura do pastor que faz e acontece, e que é admirado, idolatrado como um ser iluminado, diferenciado dos outros seres (um degrau mais elevado), geralmente é chamado de apostolo, missionário ou bispo, justamente para dizer que está num patamar acima. O macumbeiro pode ser também um profeta (no caso um falso profeta), capaz das maiores revelações e também dos maiores golpes.
O culto por outro lado é utilizado para fazer as maldigas, e em nome de Deus são capazes de jogar feitiço, pragas e mortes para os infiés e ou não-crentes. Os pecadores são passiveis das piores disciplinas inclusive o autoflagelo. Nesse pretenso culto existe a possessão dos espíritos, os frenesis, línguas estranhas, gente caindo, gritarias, pulos e pessoas chorando. Há também gente oprimida, sem Deus, incapaz de perdoar, de amar e de ser misericordioso, essas pessoas acabam se viciando nessa liturgia e não consegue viver longe desse “culto”, esse culto na maioria das vezes é financiado por muito dinheiro.
As maldigas podem ser de várias maneiras oração ao pé da cruz de Cristo (ou seria anticristo?), oração na foto de indivíduos (isso parece muito com vodu, mas é o falso evangelho), lenços milagreiros, óleos de unção, copo em cima da televisão, colocar a mão na mão do missionário da TV, curas apoteóticas, falsas revelações, falsos testemunhos (mentirosos ou exagerados), falsos milagres (tipo as cadeiras de roda sendo levantadas no meio da multidão pelos obreiros das igrejas, para onde foi o aleijado? Criou asas ou foi arrebatado?).
O verdadeiro Evangelho não está baseado nos milagres e prodígios, muito menos em objetos (amuletos), o verdadeiro Evangelho está baseado no amor, na fé e Salvação na Graça em Jesus. Só isso basta.

Um abraço!

Rogerio Oliveira.

sábado, 2 de julho de 2011

Legalizar ou não a maconha?



A descriminalização da maconha é uma das pautas em evidencia na mídia, bastante polêmica tanto no Congresso Nacional quanto nas rodas de amigos, uma coisa é certa se a maconha for legalizada o tráfico de droga (especificamente da maconha) tende a acabar, no entanto, a maconha será apenas a porta de entrada para drogas mais pesadas, como a cocaína, a heroína, o crack e tantos outros, ou seja, os traficantes da maconha vão migrar para outras drogas mais pesadas e ilegais.
A legalização será péssima, pois com o preço da comercialização legal vai fazer caí o preço da droga, o que vai aumentar o consumo cada vez mais compulsivo e a buscar por entorpecentes mais pesados. Além de aumentar o número de usuários o que inevitavelmente aumentará a criminalidade, pois o fim do tráfico não significa o fim do crime, pois cada vez mais jovens drogados e sem razão para viver buscarão meios ilícitos para financiar o uso da maconha e outras drogas. A violência, os aflitos de alma, os conflitos familiares só tendem a multiplicar. Pergunte a uma família, que convive com um usuário de drogas, se eles são a favor da legalização da maconha.
Os governos tanto Municipal, Estadual e Federal precisam ajudar milhares de pessoas que são viciadas a se tratarem, e coibir a venda dessas drogas, pois o resultado é da droga sempre é danoso.

Um abraço,

Rogério Oliveira.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

O crente pode comer comidas oferecidas a ídolos?


Tem crente que pensa que não, mas se você lê um pouco o livro de I Corítios 10:23-33, e você vai ver que nos tempos do apóstolo Paulo já existia essa discussão, havia alguns irmãos que proibiam outros irmãos de se alimentarem de comidas sacrificadas a ídolos, ainda hoje essa prática de proibição continua, a ponto de “certos pastores” proibirem seus seguidores de comer esse tipo de comida, ao ponto de dizer que se algum crente comer estará sujeito a pecado, doenças e até maldições.
Paulo desmistifica o assunto, para ele assim como Jesus ensinou o que contamina o homem é o que sai da boca do homem e não o que entra em forma de alimento, Paulo ainda diz que devemos comer de tudo sem perguntar se é ou não sacrificada, “porque do Senhor é a terra e a sua plenitude”. Se por acaso, um “irmão fraco” se escandaliza, então para não escandalizar seu irmão então não coma para não enfraquecer seu irmão fraco na fé.
Comidas oferecidas a ídolos não tem poder algum contra o crente em Cristo, pois em Cristo não vale encantamento. Pare de perguntar se é ou não oferecida, faça como Paulo, coma enquanto você pode.

Um abraço,

Rogerio Oliveira.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Tem igreja que proíbe assistir televisão...



Muitas “igrejas evangélicas” proibiram seus fiéis assistir televisão quando a TV chegou aqui no Brasil, muitos pastores diziam que era a própria imagem do anticristo, para outros seria o ídolo do lar, onde todas as famílias estariam reunidas para prestar sua “devoção” essa concepção perdurou por algum tempo em algumas denominações principalmente pentecostais, pois quanto mais fanatismo há no coração do homem mais o povo ver o diabo em todo o lugar.
O tempo passou e as igrejas evangélicas perceberam que fazendo bom uso da televisão é possível ter um excelente meio de comunicação (é por isso que muitas denominações utilizam a TV para difundir seus ensinamentos). A televisão passou de vilã para o meio de comunicação mais eficaz para atrair novos fiéis (que ironia!). No entanto, ainda hoje existi igreja que proibi a TV em casa, tem líderes religiosos que não permitem que seus fieis não assistam nenhum tipo de programa.
O que me faz ficar abismado é que existe cristão que se sujeita a tal determinação imposta por uma entidade religiosa, se são capazes de sujeitarem a não assistir televisão, imaginem o que são capazes de fazer em nome da religião. A televisão pode servir tanto pro mal quanto pro bem, cabe quem tem o controle na mão saber usar com discernimento mais parece que esses irmãos estão tão distantes disso!.

um abraço,

Rogerio Oliveira.